quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O ALIENISTA - EM QUADRINHOS! UM CLÁSSICO DE MACHADO DE ASSIS! CONFIRA!



UM CLÁSSICO DA 
LITERATURA BRASILEIRA!
DO CONSAGRADO
ESCRITOR MACHO DE ASSIS:
O ALIENISTA - 
EM QUADRINHOS!

Um renomado doutor de além mar.
O primeiro manicômio  do Brasil colonial, numa
cidadezinha do Rio de Janeiro.
Mas, ele queria internar todos.
Afinal, quem era o louco?
História hilariante, onde Machado de Assis tece
ironicamente um ótima crítica a
sociedade da época.
Simplesmente imperdível...

Mais uma produção dos estúdios Pégasus, sob a supervisão
e arte de: Tony Fernandes e sua equipe!


















MACHADO DE ASSIS

VOCÊ SABIA QUE...

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no dia 21 
de junho de 1839? Ele é um dos mais veementes representantes
da boa literatura nacional.
Escreveu diversos gêneros literários ao longo dos anos. 
Testemunhou a fase história em que o país, que vivia sob o regime imperialista passou a ser república.
Ele era mulato, de origem humilde. Jamais conseguiu estudar com regularidade ou fazer uma faculdade. Mas, isso não o impediu de obter
boa bagagem cultural. Se tornou um dos mais proeminentes
escritores nacionais.
Suas obras marcaram época e se tornaram clássicas.
Machado de Assis fundou a Academia Brasileira de Letras.
Em Memórias de Brás Cubas (1881) ele conseguiu retratar com
fidelidade o Brasil da época.
Nessa obra ele rompe a narrativa linear, bem comportada, 
e apresenta uma visão critica da sociedade da época, antevendo
as ideias modernistas.
Em Quincas Borba (1892), ele mantém a mesma linha da 
obra anterior, porém sem o elemento romântico.
Ironiza, sabiamente, as correntes positivistas e científicas.
Em O Alienista, ele apresenta um médico louco, que ao fundar um
manicômio, tenta internar a cidade inteira, inclusive a esposa.
O texto é irreverente e até divertido, porém trata-se de uma crítica
social sobre os insanos que detinham o poder.
Machado de Assis teve uma prolífica carreira como escritor.
Adorava escrever, mas jamais viveu da literatura.
Era funcionário público.
Ele publicou romances, escreveu diversas peças de teatro, contos,
poemas, sonetos e diversas crônicas jornalísticas.
Morreu no dia 29 de setembro de 1908 na cidade de
São Sebastião do Rio de Janeiro. 
 


Adaptação para quadrinhos: Tony Fernandes e
Ricardo C. Pontes - Revisão: Angela Pacheco
Cores: Agamenon - Letras: Dafne Feliciano -
Balões: Paulo S. Correia -
Pesquisa Iconográfica:
T. Fernandes e Luciana Sampaio

Copyright 2011\12\Tony Fernandes
Estúdios Pégasus - Uma
Divisão da Pégasus Publicações Ltda 
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